segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O
tão famoso soro caseiro nada mais é que uma solução aquosa de açúcar e sal de
cozinha recomendado para prevenir a desidratação.
A
função do soro caseiro, dado por via oral, é repor água e sais minerais
perdidos com os vômitos e diarréia. O
soro deve ser tomado à vontade, a cada 20 minutos, e após cada evacuação
líquida ou vômito.
PREPARANDO
O SORO CASEIRO COM A COLHER-PADRÃO
Para
evitar erros na concentração, a UNICEF preconiza a utilização de uma
colher-padrão (disponível em todo posto de saúde) que apresenta as medidas para
a preparação do soro:
•
duas medidas rasas de açúcar (medida maior da colher-padrão);
•
uma medida rasa de sal (medida menor da colher-padrão);
•
um copo (200ml) de água filtrada e/ou fervida.
PREPARANDO
O SORO CASEIRO SEM A COLHER-PADRÃO
Caso
você não possua a colher-padrão, pode fazer o seguinte:
MODO
1: Com Uma Balança de Cozinha
•
40g de açúcar (o soro caseiro tem 40g de açúcar comum, que é sacarose - esta se
desdobra em 20g de frutose e 20g de glicose – somente essa é útil na absorção
do sódio);
•
3,5g de sal;
• 1
litro de água filtrada e/ou fervida.
"O
soro não deve ser nem mais doce e nem mais salgado que água de côco ou
lágrima."
MODO
2: Com as Próprias Mãos
•
três pitadas de açúcar (alguns textos descrevem como um punhado);
•
uma pitada (de três dedos) de sal;
•
um copo (200ml) de água filtrada e/ou fervida.
Obs:
Não se esqueça de lavar as mãos antes de preparar o soro!
Atenção
O
soro deve ser ministrado apenas para prevenir a desidratação ou quando
ocorrerem os sintomas iniciais. Em casos mais graves o paciente deve ser
encaminhado imediatamente a um médico.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
O
leite materno é a melhor fonte de nutrição para o bebê. O alimento possui os
nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança. Já no caso das mães
fumantes, isso muda. O consumo de tabaco traz uma série de riscos a saúde da
mãe e principalmente do bebê, pois altera e diminui a produção e qualidade do
leite materno.
É o
que explica a nutricionista e responsável técnica pelo Banco de leite Humano do Hospital Fêmina (RS), vinculado ao Ministério da Saúde, Beatriz Strepel. “O
tabaco reduz o volume de leite produzido e afeta a produção dos nutrientes do
leite. Todas as substâncias do tabaco passam por meio do leite materno para o
bebê”.
A
recomendação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é
de não fumar durante a amamentação. Para as mães que ainda não largaram o
vício, o correto é diminuir a quantidade de cigarros. O banco de leite humano
do Hospital Fêmina segue as orientações da OMS e do Ministério da Saúde e não
aceitam doadoras que consomem mais de 10 cigarros por dia. “Em função do
cigarro, muitos bebês nascem prematuros e mesmo que essas mães não sejam
doadoras para o banco, elas vão coletar o leite para os seus bebês. Por isso o
ideal é reduzir o número de cigarros”, diz.
Mulheres
fumantes tendem a amamentar menos do que as que não fumam. Em razão do vício,
por muitas vezes, elas ficam desmotivadas a amamentar e interrompem
precocemente o período de amamentação. Para minimizar os efeitos do cigarro na
criança, as mulheres que não conseguirem parar de fumar devem ser orientadas a
reduzirem o máximo possível o número de cigarros. Se não for possível parar de
fumar, o ideal é que a mulher fume depois das mamadas. “Apesar dos riscos que
as mulheres fumantes apresentam, o leite materno ainda é a melhor fonte de
nutrição para o recém-nascido. Recomendamos é que as mães não fumem em
ambientes fechados e nunca na presença do bebê para evitar problemas
respiratórios”, finaliza.
Amamentação
- O leite materno tem tudo o que os bebês precisam para crescer com saúde. Se a
mãe reduzir a quantidade de cigarros, o leite ainda é melhor do que os leites
de fórmula. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera ideal que 90% a 100%
das crianças menores de seis meses tenham o leite materno como alimento
exclusivo.
Homens
lideram redução do tabaco - A frequência de fumantes continua maior em homens
(18,1%) do que entre as mulheres (12%). Porém, é a população masculina quem
também lidera a redução do hábito de fumar entre os brasileiros: um quarto dos
homens declarou ter abandonado o cigarro (25%).
Uma série de medidas
para reduzir a atratividade do cigarro vem sendo liderada pelo Ministério da
Saúde. Dentre elas, destacam-se a proibição de publicidade do tabaco, a adesão
à Convenção-Quadro do Controle do Tabaco de 2005, aumento das alíquotas dos impostos
para 85%, proibição de fumódromos e a ampliação do espaço reservado às
advertências sobre os efeitos danosos do fumo nos maços. Recentemente, a
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu os aditivos de
sabores e aromas no cigarro.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Alisamentos e tratamentos a base de formol, por exemplo,
devem ser evitados.
Isso porque o formol é altamente tóxico, como explica o
dermatologista do
Hospital Federal de Bonsucesso, Paulo Cotrim: “O formol é uma
substância cancerígena, não é adequado você usar seja na gravidez
ou não
gravidez. Tanto que isso não tem registro na Anvisa para
aplicação em pelo,
couro cabeludo.”
A jornalista Flávia Landim abriu mão dos cabelos lisos
durante a gestação,
mas não deixou de retocar a cor: “Quando eu não estou
gestante eu pinto
todo o mês, a cada 40 dias. Na época da gestação acho que uma
vez e
depois de ganhar neném. Acho que pintei umas duas ou três vezes,
diminui
um pouquinho, tive esse cuidado, mas pintei.”
Segundo o dermatologista Paulo Cotrim, Flávia não correu
nenhum tipo de risco.
Ele garante que não há comprovação científica que condene
o uso de tintura
para cabelo durante a gravidez: “A pintura não tem níveis de
substancias
químicas que possam levar a má formação da criança. Então as
mulheres que
quiserem pintar o cabelo, que pintem o cabelo.”
Mas o dermatologista faz um alerta: para
garantir a segurança da mãe e do bebê,
todos os produtos escolhidos pela
gestante devem ter o OK do médico.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O que é dermatite de fraldas?
Dermatite de fraldas é uma lesão da pele na região
genital, virilha e ao redor do ânus, relacionada ao uso da fralda ou contato da
urina e das fezes com a pele.
Quando ela ocorre e por quê?
Ocorre em qualquer idade enquanto se usa fralda
(até 2 ou 3 anos de idade). Existem diversas causas, desde alergia à própria
fralda, bem como o uso frequente de lenços umedecidos, assim como alergias
alimentares, lesões causadas por fungos e até erupção dos dentes (que deixam as
fezes muito ácidas). A má higienização também é causa de dermatite de fraldas.
Como os pais percebem que a criança está com
dermatite de fraldas?
Quais são os principais sintomas?
Os sintomas são alteração na pele dessa região:
vermelhidão, bolinhas vermelhas ou brancas, descamação ou fissuras.
Como é feito o tratamento?
Através da identificação da causa e com auxílio de
cremes e pomadas específicos, bem como compressas.
A amamentação ajuda a evitar esse tipo de
problema?
Se a causa da dermatite for alimentar (alergia ao
leite) podemos dizer que a amamentação materna evita a dermatite.
O que fazer para evitar a dermatite de fraldas?
A
fralda deve ser trocada de quanto em quanto tempo?
As fraldas devem ser trocadas assim que estiverem
sujas, de urina ou fezes. A região deve sempre ser limpa ou lavada. Alguns
cremes protetores podem ser usados para a prevenção.
Pomadas ajudam a combater a dermatite?
Sem dúvida, tanto as preventivas como as
terapêuticas.
Se não tratada, o que pode ocorrer com o bebê?
Além de grande desconforto, as dermatites de
fraldas podem ter complicações, espalhar-se pelas regiões adjacentes (pernas,
barriga e costas), assim como apresentar infecção bacteriana secundária
importante.
Levar ao médico assim que os primeiros sintomas surgirem
é importante?
É muito importante para que a prevenção e o
tratamento inicial sejam realizados.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Alergologista é aliado na luta contra a alergia
O nome não é comum, mas o alergologista é o médico
que trata de todas as alergias existentes. “Sempre que a pessoa suspeitar que
sofre de algum tipo de alergia, deve procurar o especialista, que vai confirmar
o diagnóstico e orientar melhor o tratamento”, destaca o doutor Galvão. Ele
ressalta, no entanto, que os exames só são feitos quando o paciente manifesta o
incômodo. “Não há justificativa médica para realizarmos exames em uma pessoa
que não tem nenhuma queixa clínica. A investigação para o diagnóstico só é
realizada após essa manifestação do paciente”, alerta.
Prevenção
Quando se trata de alergia, algumas atitudes podem
ser tomadas desde os primeiros dias de vida. “Algumas medidas de prevenção
primária são: o aleitamento materno exclusivo até os seis meses; manter o
calendário de vacinação em dia; e procurar o especialista nos primeiros
sintomas”, diz Galvão. Mesmo se a alergia já estiver manifestada, é possível
preveni-la. “Através da detecção de causa vamos orientar o paciente a evitar
novas exposições. No caso das alergias respiratórias, essa prevenção nem sempre
é tão fácil, e por isso deve ser complementada com os medicamentos
preventivos”, completa.
A alergia é um incômodo que afeta milhares de
pessoas todos os anos. No Brasil, de acordo com relatório da Organização
Mundial da Saúde (OMS), 35% da população sofre com algum tipo de alergia, que
também é responsável por 5% de internações no Sistema Único de Saúde (SUS),
segundo informações do Ministério da Saúde. Por isso, em 7 de maio é comemorado
o Dia Nacional de Prevenção da Alergia, com ações de combate ao avanço da
doença.
Segundo Galvão, a alergia não é uma doença que
‘pega’. Ela ocorre apenas nos indivíduos que têm predisposição genética.
“Quando há a predisposição genética, o paciente vai produzir anticorpos contra
substâncias comuns no ambiente, que provocam inflamações no nariz ou nos
pulmões. Essas inflamações vão levar aos sintomas alérgicos”, explica. O
tratamento é feito através do controle do ambiente para diminuir a exposição ao
agente causador da alergia. “Além disso, temos os medicamentos usados em
crises, como os broncodilatadores (para asma) e os anti-histamínicos (para a
rinite), além dos corticoides, usados para o controle. Existe também o
tratamento com a imunoterapia, ou vacina da alergia”, complementa.
Quando a alergia não é tratada, o incômodo é
muito grande. “A principal consequência é o impacto na qualidade de vida do
paciente. Por exemplo, a rinite mal controlada pode levar a alterações
dentárias, distúrbios do sono, entre vários outros problemas”, aponta Galvão. A
principal causa de alergia respiratória vem da própria casa: ácaros da poeira,
pelos de animais, como cães e gatos, restos de insetos, mofo, fungos e polens.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
O que é?
A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. Não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.
Qual o microrganismo envolvido?
Mycobacterium leprae – um parasita intracelular que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos.
Sinais e sintomas
- Sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades;
- manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato;
- áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor;
- caroços e placas em qualquer local do corpo;
- diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).
Como se transmite?
Os pacientes sem tratamento eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro). O paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolvem a doença. Somente um pequeno percentual, em torno de 5% de pessoas, adoecem. Fatores ligados à genética humana são responsáveis pela resistência (não adoecem) ou suscetibilidade (adoecem). O período de incubação da doença é bastante longo, variando de três a cinco anos.
Como tratar?
A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nas unidades de saúde e é gratuito. A cura é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico. O tratamento é via oral, constituído pela associação de dois ou três medicamentos e é denominado poliquimioterapia.
Como se prevenir?
É importante que se divulgue junto à população os sinais e sintomas da doença e a existência de tratamento e cura, através de todos os meios de comunicação. A prevenção baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.
Atendimento Médico Especializado em nossa unidade
Dr. Dimitrius Stenzel, 2ª feira e 4ª feira às 7h.
Medicação na Farmácia do Posto de Saúde.





















