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terça-feira, 27 de agosto de 2013
Educação em saúde sobre obesidade infantil
O excesso de peso pode provocar o surgimento de vários problemas de
saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má formação do esqueleto.
As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais
como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida
sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar entre
outros.
As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de
comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças
obesas usam alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em grande
quantidade para causar o aumento de peso.
A obesidade pode ser compreendida como
um agravo de caráter multifatorial envolvendo desde questões biológicas às
históricas, ecológicas, econômicas, sociais, culturais e políticas.
O determinante mais imediato do acúmulo excessivo de gordura e, por
conseqüência, da obesidade, é o balanço energético positivo. O balanço
energético pode ser definido como a diferença entre a quantidade de energia
consumida e a quantidade de energia gasta na realização das funções vitais e de
atividades em geral. O balanço energético positivo acontece quando a quantidade
de energia consumida é maior do que a quantidade gasta.
A alimentação saudável deve ser equilibrada entre os diferentes grupos
de alimentos, variada e colorida. Cada grupo de alimentos fornece nutrientes
específicos e essenciais a uma boa manutenção do organismo, nenhum grupo é mais
importante do que o outro. Assim, em cada refeição deve-se procurar contemplar
um alimento de cada grupo, porém a quantidade de porções indicada depende de
cada indivíduo. Destaca-se que é recomendado no almoço e no jantar o uso tanto
de frutas como de legumes e verduras.
Dicas para prevenir a obesidade infantil:
- Seguir uma alimentação balanceada, rica em
frutas, legumes e verduras.
- Respeitar os horários das refeições e não
beliscar guloseimas entre um intervalo e outro.
- Evitar alimentos gordurosos, como doces,
frituras e refrigerantes
- Praticar atividades físicas seja esportes no
colégio ou academia, desde que seja orientado por um profissional. Caminhar é a
melhor pedida, pois qualquer pessoa pode
- Beba bastante água, pelo menos 2 litros por dia.
A água é importantíssima
no bom desempenho das funções do organismo.
Principalmente para quem pratica
atividades físicas, pois mantém o corpo sempre
hidratado.
Promoção da Alimentação Saudável
A Promoção
da alimentação saudável é uma das diretrizes da Política Nacional de
Alimentação e Nutrição. A equipe de saúde tem também um papel na promoção da
alimentação saudável e na garantia do direito humano à alimentação. Desta
forma, sua atuação junto à população em geral e aos grupos populacionais
específicos identificados como prioritários em sua área de atuação deve
envolver, de forma direta ou indireta, as várias dimensões da Segurança Alimentar
e Nutricional (SAN) e de seus determinantes com diferentes implicações.
Em todas
as fases do curso da vida uma alimentação saudável é aquela:
• adequada em quantidade e qualidade (oferecendo de forma
equilibrada todos os nutrientes necessários para cada fase do curso da vida);
• variada, de forma a facilitar a oferta de todos os
nutrientes necessários ao organismo;
• segura, dos pontos de vista sanitário e genético;
• disponível (garantia do acesso físico e financeiro);
• atrativa do ponto de vista sensorial;
• que respeita a cultura alimentar do indivíduo ou grupo a
que se destina.
Para a
prevenção da obesidade e de outras doenças associadas à alimentação, no atual
contexto de aumento de consumo de produtos industrializados e diminuição de
consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, é recomendado:
• buscar o balanço energético e o peso saudável;
• limitar o consumo de gorduras;
• aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras, cereais
integrais e oleaginosas
(amêndoas, castanhas etc.);
• limitar o consumo de açúcares livres;
• limitar o consumo de sal (sódio) de todas as fontes e
assegurar que o sal seja iodado.
Os DEZ passos de uma alimentação Saudável
PARA CRIANÇAS maiores de 2 anos
• PASSO 1 – Aumente e varie o consumo de verduras, legumes e
ofereça-os em cinco porções diárias. Esses alimentos são fontes de vitaminas e
minerais que ajudam na prevenção de doenças e melhoram a resistência do
organismo.
• PASSO 2– Ofereça feijão pelo menos uma vez por dia, no
mínimo quatro vezes por semana. O feijão é boa fonte de ferro e auxilia na
prevenção da anemia. Para variar, pode-se substituir o feijão por lentilha,
grão-de-bico ou soja. Para melhorar a absorção do ferro, é importante ingerir
suco de limão, laranja ou acerola, que são fontes de vitamina C.
• PASSO 3 – Alimentos gordurosos devem ser evitados, podendo
ser ofertados no máximo uma vez por semana. É melhor optar por alimentos
assados, grelhados ou cozidos do que fritos. Retire a gordura da carne, a pele
do frango e o couro do peixe. Evite oferecer manteiga, banha de porco e gordura
hidrogenada (leia os rótulos dos alimentos). Prefira o azeite de oliva, óleo de
canola, de girassol, de milho ou de soja, mas não utilize em excesso.
• PASSO 4 – Modere o uso de sal. O sal em excesso pode
contribuir para o aumento da pressão arterial (hipertensão). Evite temperos
prontos, alimentos enlatados, carnes salgadas e embutidos como mortadela,
presunto, lingüiça, etc. Todos contêm muito sal.
• PASSO 5 – Procure oferecer pelo menos três refeições e
dois lanches por dia. Para os lanches e sobremesas prefira frutas.
• PASSO 6 – Doces, bolos, biscoitos e outros alimentos ricos
em açúcar devem ser evitados, podendo ser oferecidos no máximo duas vezes por
semana.
• PASSO 7 – Evite o consumo diário de refrigerantes. A
melhor bebida é a água.
• PASSO 8 – Para que a criança aprecie sua refeição, ela
deve comer devagar e mastigar bem os alimentos. Faça das refeições um momento
de encontro da família. Não alimente seu filho assistindo à TV, trabalhando ou
discutindo.
• PASSO 9 – Mantenha o peso do seu filho dentro dos limites
saudáveis para a idade. Peça para a equipe de saúde anotar no gráfico de
crescimento desta caderneta o peso e a altura do seu filho.
• PASSO 10 – Estimule seu filho para que seja ativo. Saia
para caminhar com ele leve-o para andar de bicicleta, passear com o cachorro,
jogar bola, fazer algum tipo de esporte. Não deixe seu filho passar muitas
horas assistindo à TV, jogando videogame ou brincando no computador.
A ALIMENTAÇÃO DEVE SER:
- Rica em cálcio (como derivados de leite);
- Abusar do leite e dos iogurtes desnatados;
- Consumir derivados da soja e de grãos (como lentilha e o feijão);
- Consumir muitas frutas e verduras;
- Diminuir o consumo de carnes vermelhas;
- Diminuir gorduras de origem animal e dos embutidos.
ALIMENTAÇÃO DE MULHERES NA FAIXA DOS 50 ANOS:
As mulheres na faixa dos 50 anos devem ter muito cuidado com o exceso de peso, pois essa fase a redução de hormônios, como o estrógeno, faz com que a gordura se concentre na região da cintura, penetrando mais facilmente na circulação e se depositando nos vasos de tal maneira que pode determinar uma obstrução desses vasos, aumentando a robabilidade de infarto e derrame. É importante suprir a falta de cálcio causada pela redução de hormônios.
"A ORDEM É COMER DE TUDO UM POUCO PARA FICAR SAUDÁVEL. E ESSA TAREFA FICA BEM MAIS FÁCIL QUANDO SABEMOS O QUE CADA ALIMENTO PODE OFERECER."
COMO MELHORAR O APROVEITAMENTO DO FERRO NO ORGANISMO:
- As carnes são as melhores fontes de ferro: de boi (vermelhas) ou carnes de aves, de peixes, fígado, rim, coração, moela, bucho ou miolo;
- Utilize no almoço e no jantar, feijão de todos os tipos, fava, ervilha. lentilha, grão de bico, guando ou soja;
- Prefira os vegetais de folhas verde-escuras: espinafre, agrião, acelga, caruru, bertalha, brócolis, cheiro verde, coentro, couve, taioba, serralha, pimentão, folha de beterraba e de couve-flor;
- O ferro para ser melhor aproveitado precisa da vitamina C. como: laranja, limão, acerola, goiaba, caju, tangerina, abacaxi, kiwi, morango, manga, cajá-manga, maracujá e caqui.
- Devemos evitar o uso de guaraná natural, café, chá preto, mate, refrigerantes, farelos, chocolate e derivados do leite durante as refeições, pois alteram o aproveitamento do ferro no organismo.
"NÃO SUBSTITUA O ALMOÇO E JANTAR POR LANCHES, POIS NÃO SÃO SUFICIENTES PARA ATINGIR AS NECESSIDADES DIÁRIAS DE FERRO"~
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Já está em vigor a resolução da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) que altera a faixa de iodação do sal no Brasil. A
determinação foi publicada na última quinta-feira (25/4) no Diário Oficial da
União (DOU). De acordo com a nova regra, a adição do iodo no sal de cozinha
deverá ficar entre 15 e 45 miligramas por quilo de sal; atualmente, a adição
pode variar entre 20 a 60 miligramas por quilo. O sal com menos iodo deve
começar a ser produzido no Brasil em até 90 dias.
A nova faixa foi resultado da avaliação realizada
pela Comissão Interinstitucional para Prevenção e Controle dos Distúrbios por
Deficiência de Iodo, coordenada pelo Ministério da Saúde, seguida de Consulta
Pública realizada pela Anvisa. O cálculo levou em consideração a recomendação
da Organização Mundial da Saúde (OMS), dados de monitoramento do teor do
nutriente no sal e o padrão de consumo do brasileiro. A recomendação de consumo
máximo diário pela (OMS) é de menos de cinco gramas por pessoa.
A adição do iodo no sal foi adotada na década de 1950 para prevenir e controlar as deficiências do nutriente, que pode provocar o bócio, bem como comprometer de forma permanente o desenvolvimento físico e intelectual de crianças.
No entanto, a faixa de
adição do nutriente tem sido revista ao longo dos anos em virtude das mudanças
no padrão de alimentação dos brasileiros, pois o excesso desse nutriente também
traz danos à saúde e pode causar transtornos na tireoide.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Vivemos em uma sociedade que segue padrões
estéticos, onde ser magro é ser belo. Essa apologia à magreza distorce o
conceito de peso ideal, que deve estar associado essencialmente a questão da
saúde e não apenas da beleza. Conceitos errados geram expectativas erradas,
levando as pessoas a recorrerem a dietas milagrosas e procedimentos nem sempre
indicados para o seu caso, onde as metas nem sempre são atingidas podendo gerar
até complicações, o que acaba por desencadear mais frustrações.
As boas práticas em saúde preconizam que o método
de emagrecimento ideal é aquele que oferece tempo ao individuo para reprogramar
hábitos importantes para a perda do peso e a sua manutenção de forma efetiva,
no longo prazo.
Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, o excesso
de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos. A proporção de pessoas
acima do peso avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período,
o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Nesses casos de super
obesidade, as pessoas muitas vezes recorrem à colocação do balão intragástrico,
um procedimento que reduz a capacidade do estômago pela metade e provoca a
perda de apetite e a saciedade, auxiliando no emagrecimento. Mas é importante
se consultar com um médico, segundo o gastrocirurgião e endoscopista, dr.
Eduardo Grecco, que é atua há anos com o método do balão intragástrico, a
indicação de qualquer tratamento de saúde só pode ser realizada por médicos.
Existem dois requisitos que o balão atende:
pacientes com sobrepeso (IMC >27) ou obesidade grau 1 e pacientes com
quadros graves de obesidade que precisam emagrecer para alcançar condições
clínicas para submeter-se à cirurgia. “Não há idade mínima indicada, contudo é
necessário avaliar cuidadosamente os casos em adolescentes em virtude da
necessidade de um acompanhamento com hebiatra e psicólogo infantil. Geralmente
os adolescentes ganham peso para se esquivar de problemas familiares, pessoais,
escolares. Atuar sobre a alimentação pode levá-los ao uso de drogas, alcóol
etc.”, afirma Grecco.
Porém, algumas pessoas tentam perder peso com
tratamentos clínicos, acompanhamento de especialistas como nutricionistas,
preparadores físicos e psicólogos, mas mesmo assim, não conseguem. A
expectativa de senso comum para o perder peso se refere ao tempo de
emagrecimento, a maioria das pessoas tem urgência com os resultados e acabam se
tornando reféns disso, com grandes frustrações ou, em casos mais graves, passam
a sofrer com transtornos de imagem.
“Os Transtornos Alimentares são caracterizados por
perturbações no comportamento alimentar, podendo levar ao emagrecimento extremo
como à obesidade ou outros problemas físicos. Os principais tipos de Transtorno
Alimentar são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, e ambos têm como
características comuns uma intensa preocupação com o peso e o medo excessivo de
engordar, uma percepção distorcida da forma corporal, e a autoavaliação baseada
no peso e na forma física”, explica a psicóloga Sandra Hamzeh.
Importante lembrar que Anorexia Nervosa é uma
doença grave, com risco de mortalidade em torno de 5 a 15% dos casos.
A psicóloga ressalta que a idealização do corpo que
o paciente deseja chegar e a
E a Vigorexia, também conhecida como Síndrome de
Adônis mais comum em homens, se caracteriza por uma preocupação excessiva em
ficar forte a todo custo. De modo geral, os transtornos alimentares são produtos
de uma complexa inter-relação entre
aspectos biológicos, psicológicos e socioculturais. Portanto, sendo problemas
multifatoriais em suas gêneses. Assim não podemos afirmar que o culto a beleza
é único fator desencadeador. Daí a importância de uma equipe multidisciplinar
para avaliação mais assertiva.
bordagem para a construção de um caminho mais
realista são essenciais no tratamento com o dispositivo. “A expectativa deve ser um dos primeiros
itens a ser trabalhado, para que seja construído um papel de emagrecimento de
forma equilibrada”.
A título de curiosidade e esclarecimento podemos
citar duas doenças consideradas “patologias culturais” que devem ser divulgadas: ORTOREXIA e VIGOREXIA.
Ortorexia são as pessoas que cometem exageros em
dietas naturais, adotando comportamentos nutricionais cada vez mais
restritivos, com prejuízo da sociabilidade.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
A
preocupação exagerada com obesidade infantil tem estimulado algumas mulheres a
obrigarem seus filhos pequenos a restrições alimentares prejudiciais, de
nutrientes e calorias, por exemplo. Uma dieta inadequada, no entanto, pode
levar a deficiência de ferro, desequilíbrio hormonal e baixo crescimento.
O
fenômeno ainda é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas.
Pais
de dieta = bebês de dieta
Segundo
o pediatra, Mauro Fisberg, especialista em nutrição infantil, há dois perfis de
pais que submetem os bebês a dietas por conta própria:
- O
primeiro é aquele que é obeso e sofre de culpa. Assim, teme que o filho seja
gordo também;
- O
segundo é o ortoréxico, ou seja, que tem mania de alimentação saudável, e veta
carne e doces em favor de produtos light ou naturais.
Problemas:
As restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne,
desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento,
hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.
Obesidade
precisa de atenção
A
obesidade infantil está crescendo mundialmente, inclusive no Brasil. Dados do
IBGE mostram que um terço das crianças brasileiras de até cinco anos está acima
do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.
Além
de danos psicológicos envolvidos, a obesidade pode desencadear doenças como
diabetes, doenças cardiovascular, lesões ortopédicas e musculares e problemas
de pele. É de fato um problema e precisa de tratamento. Porém, isso não
significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto!
É
preciso atender as necessidades da criança e fornecer uma alimentação saudável,
fundamental para seu desenvolvimento. Por isso, antes de qualquer decisão, os
pais devem procurar ajuda e orientação de um profissional!
Quando
é diagnosticado excesso de peso ou obesidade, é necessário iniciar um programa
alimentar, sempre com o acompanhamento de um especialista. Primeiro, é preciso
cuidado ao diagnosticar a obesidade infantil. Depois, a preocupação deve ser
como abordar o assunto com a própria criança e sua família.
Vale
lembrar que a criança é um ser em formação, tanto em relação ao seu crescimento
e desenvolvimento, quanto ao seu lado emocional.
Fatores
de risco
Alguns
fatores podem influenciar o ganho de peso e o desenvolvimento de um quadro de
obesidade infantil. Eles estão relacionados com a alimentação e o estilo de
vida da criança.
A
interrupção precoce do aleitamento materno é um deles, aliado à introdução de
alimentos inadequados, como leite com açúcar ou achocolatado e sucos
artificiais. Outro fator é a convivência com os hábitos de pais gordinhos, que
acabam influenciando também na alimentação dos pequenos.
Segundo
especialistas, o excesso de peso entre os 8 e 18 meses também pode ajudar. Esse
é um período-chave na formação dos hábitos alimentares. Crescimento muito acima
do normal até os 2 anos, mesmo quando não acompanhado de obesidade, pode ser um
fator de risco.
Dicas
para prevenir a obesidade
-
Estenda o período de aleitamento materno ao máximo. Isso reduz o risco de
obesidade por vários anos consecutivos. O sabor do leite materno se modifica de
acordo com a alimentação da mãe e, por isso, a criança aprende a aceitar
diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras;
-
Não force a criança a comer mais do que gostaria. Comer é um ato instintivo. A
criança sabe seu limite e não vai sentir fome;
-
Não ofereça doces como prêmio por um bom comportamento ou como um presente para
compensar sua ausência;
-
Incentive o hábito de comer frutas, legumes e verduras e a prática de
exercícios. A criança pode rolar, engatinhar e, depois, andar, correr e pular;
-
Dê o bom exemplo. Não adianta beber um copo de refrigerante e proibir a bebida
para a criança;
-
Acostume a criança a comer nas horas certas – seis refeições por dia – e
mantenha a rotina;
-
Ensine a noção de porções. Em vez de entregar um pacote inteiro de biscoitos à
criança, ofereça três unidades. Ela precisa perceber os limites.


















