CMS EITHEL PINHEIRO DE OLIVEIRA LIMA

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Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 17h
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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Campanha Nacional contra a Poliomielite 2013

 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) inicia neste sábado, 8 de junho, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, que vai imunizar crianças na faixa etária de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade contra a paralisia infantil. Serão disponibilizados 1.108 postos em toda a cidade e a meta é imunizar mais de 332 mil crianças – 95% da população-alvo até o dia 21 de junho.  No Dia D da campanha – dia 8, os pontos funcionarão em unidades de saúde, escolas, igrejas, praças e outros locais, das 8h às 17h. Nos outros dias, as crianças poderão ser vacinadas em 215 postos de saúde.

“É fundamental que todas as crianças sejam vacinadas e fiquem protegidas contra a pólio. Tomar vacina é garantir que o país permanecerá livre do vírus, erradicado há 25 anos. A vacina não tem contraindicações e apenas crianças com doenças muito graves não podem tomá-la.”, explica Cristina Lemos, superintendente de Vigilância em Saúde da SMS.

Os postos terão médicos e enfermeiros de plantão para esclarecer dúvidas. A vacina contra a paralisia infantil não tem contraindicações. Apenas em caso de doenças graves, a criança não deve tomar as gotinhas. Os pais devem levar a caderneta de vacinação ao posto e, mesmo que ela esteja atrasada, a criança pode receber a nova dose.

A paralisia infantil, ou poliomielite, é uma doença infectocontagiosa aguda transmitida por vírus que age como infecção ou sob forma paralítica, podendo provocar sequelas permanentes ou até mesmo levar à morte. Em 2012, a meta foi ultrapassada e 399.456 mil crianças foram vacinadas.

Mais informações sobre a campanha e os endereços dos locais de vacinação também podem ser obtidas pelo teleatendimento no telefone 1746, que funciona 24 horas.

Estaremos imunizando nos PV´s abaixo: 
CMS Dr. Eithel Pinheiro de Oliveira
CMS Dr. Eithel Pinheiro de Oliveira
Ciep Gilberto Freire
Creche Municipal José Félix
Creche Municipal Sempre Vida Fazenda Coqueiros II
Escola Municipal Sampaio Corrêa
Escola Municipal Austregésilo de Athayde
Centro Cultural A História que eu conto (Nave do Conhecimento)
Escola Municipal Ayrton Senna da Silva
Escola Municipal Marieta da Cunha da Silva
Escola Municipal Rubem Berta
AREVA - Associação Recreativa de Vila Aliança

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Equipes da ESF devem refletir sobre o autocuidado


As palestras da quarta sessão do VIII Ciclo de Debates, ocorrida no dia 9/5, destacaram a necessidade de cuidado do usuário do sistema de saúde e, também, das equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF). Segundo o pesquisador Juares Soares Costa, da PUC-Campinas, esse cuidado deve considerar o contexto ao qual as equipes estão submetidas e buscar a reflexão dos próprios membros a respeito de suas práticas e formas de relacionamento. Para o professor da Universidade de Brasília Wanderley Codo, debatedor da mesa, a profissionalização do cuidado pode afastar o vínculo entre o profissional de saúde e o usuário.

Casos complexos: quem se implica no cuidado? foi o tema da atividade coordenada pela pesquisadora da UFRJ Valéria Romano. A conferência coube a Juares Costa, que falou sobre a complexidade na saúde. “O campo da saúde teve imensos progressos. Mas sabemos que fica limitado se focalizarmos apenas um indivíduo isoladamente. Os casos complexos ainda são entendidos como os acontecimentos mais graves, mais difíceis de serem entendidos ou que necessitam de um especialista. Talvez só tenhamos casos complexos. Essa é a nossa visão do mundo formada na escola na realidade.” 

Sobre as equipes da ESF, o pesquisador afirmou que, para alcançarem a eficiência no trabalho, é necessário organização e comunicação. “Falo da comunicação como a existência de uma base, de significados em comum. Para funcionar bem, a equipe deve ter diferentes olhares, mas também aspectos em comum. Se formarmos um time de futebol com os melhores jogadores do mundo, o sucesso não estará garantido. É preciso integração, comunicação, uma base em comum.” 

"É preciso cuidar da própria equipe"

 Para alcançar essa eficiência, portanto, é preciso cuidar dos seus componentes e da relação entre os seus membros. “Como se cuida de uma equipe? O trabalho técnico é feito com o usuário, mas muito pouco se faz para cuidar dela. Muitas vezes, ela está num contexto de violência e de diferenças culturais entre o trabalhador e a pessoa atendida. Uma equipe de ESF funciona como um corpo. Assim, devemos cuidar dela da mesma maneira como cuidamos de nós mesmos”, sugeriu Juares, que, em seguida, comentou o trabalho desenvolvido em Campinas. “Temos um trabalho de conversação reflexiva sobre a prática profissional. Falar em reflexão significa olhar para nós mesmos. A ideia é ajudar a equipe a refletir sobre sua prática e a relação entre os membros. A capacitação continuada do profissional também é uma forma de cuidado. Não haverá sobrevivência do trabalhador se não houver cuidado com os participantes.”

Debatedor do encontro, o professor Wanderley Codo revelou que o cuidado era feito em casa, na família, mas atualmente adquiriu um formato profissional. “O cuidado é marcado pelo vínculo imediato e se constrói de maneira rápida. Olho para você, analiso aquilo de que você precisa e o atendo. É a mãe olhando para o filho, com a desconfiança de que ele está com fome e o cuidado para que ele se alimente. A profissionalização do cuidado trouxe um afastamento”, exemplificou. 

Ao se referir ao cuidado das equipes, afirmou que os componentes devem ter espaço para discutir as angústias e adoecimentos. “O adoecimento do trabalhador não surge por uma questão individual, mas pela fraqueza da equipe. Ele adoece porque esse tipo de trabalho adoece. Cuidar da saúde do trabalhador também deve fazer parte de suas atribuições.”

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Sal de cozinha com menos iodo

Já está em vigor a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que altera a faixa de iodação do sal no Brasil. A determinação foi publicada na última quinta-feira (25/4) no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com a nova regra, a adição do iodo no sal de cozinha deverá ficar entre 15 e 45 miligramas por quilo de sal; atualmente, a adição pode variar entre 20 a 60 miligramas por quilo. O sal com menos iodo deve começar a ser produzido no Brasil em até 90 dias.

A nova faixa foi resultado da avaliação realizada pela Comissão Interinstitucional para Prevenção e Controle dos Distúrbios por Deficiência de Iodo, coordenada pelo Ministério da Saúde, seguida de Consulta Pública realizada pela Anvisa. O cálculo levou em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), dados de monitoramento do teor do nutriente no sal e o padrão de consumo do brasileiro. A recomendação de consumo máximo diário pela (OMS) é de menos de cinco gramas por pessoa.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela, no entanto, que o consumo do brasileiro está em 12 gramas diários – valor que ultrapassa o dobro do recomendado. 

A adição do iodo no sal foi adotada na década de 1950 para prevenir e controlar as deficiências do nutriente, que pode provocar o bócio, bem como comprometer de forma permanente o desenvolvimento físico e intelectual de crianças. 


No entanto, a faixa de adição do nutriente tem sido revista ao longo dos anos em virtude das mudanças no padrão de alimentação dos brasileiros, pois o excesso desse nutriente também traz danos à saúde e pode causar transtornos na tireoide.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Salto Alto: Dores causadas pela vaidade


O salto alto é o queridinho das mulheres. Na rotina de trabalho, 
eles mantêm a elegância e boa aparência, que muitas vezes é exigida 
na profissão. Porém, o uso constante e, por um longo período, acaba 
causando dores e desconfortos após o dia de expediente. 
O uso prolongado de salto alto pode trazer sérios problemas nas articulações 
e na postura. Já que muitas mulheres não conseguem desapegar deles, 
a solução para manter-se nas alturas com classe e saúde é compensar 
com massagens e exercícios.

Segundo o ortopedista do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao 
Ministério da Saúde, José Renato Queiroga, no dia a dia 
as mulheres devem optar por saltos menores. 
“O salto alto no sapato da mulher é apenas uma questão de moda. 
O ideal é que o calçado feminino para o uso diário no trabalho tivesse a altura 
máxima de dois ou três centímetros, que seria mais ou menos equivalente 
ao sapato masculino. O salto alto, além de fazer uma sobrecarga no joelho, 
força o pé levando, em longo prazo, à metatarsalgia, que é a dor na parte 
frontal dos pés”, alerta.


Além da dor, o uso de salto alto pode causar pequenos traumas nas pernas
e nos pés. “O salto alto pode causar ainda uma artrose pós-traumática por
conta de micro traumas nas articulações metatarsofalangeanas do pé,
como os joanetes, e lesões por esforço”, explica José Renato.

As mulheres acostumadas ao salto podem alegar que sofrem desconforto se optar pelo uso de sapatilhas ou rasteiras. Mas, conforme explica a educadora física do Programa de Melhoria da Qualidade de Vida (CAS/CGESP/SAA/SE), Danyele Araújo, o que acontece é que o salto alto causa o encurtamento dos tendões das pernas.


“Com o calcanhar em uma posição não habitual, a mulher que usa esse tipo 
de calçado acaba sofrendo uma diminuição de sua flexibilidade na parte 
posterior das pernas. Esse encurtamento é tanto muscular quanto tendíneo. 
As consequências são dores constantes ao andar descalço ou usar sapatos 
sem salto”, afirma. Um sinal evidente do exagero no uso do salto é a 
dificuldade em manter o pé inteiro no chão ao se agachar e o esforço 
para manter o equilíbrio. “Geralmente quem tem esse encurtamento 
do tendão tem a execução do exercício de agachamento prejudicada, 
pois tira o calcanhar do chão e fica apoiado na parte frontal dos pés. 

O peso do corpo fica concentrado na ponta do pé, mais especificamente no antepé. Isso gera também uma mudança no centro de gravidade, fazendo com que a mulher faça mais esforço para se manter equilibrada”, alerta Danyele.
Alongar para prevenir - Após o dia de trabalho, pequenos exercícios e 
massagens ajudam a mulher a aliviar as tensões nas pernas e pés, além 
de fortalecer a região para minimizar os impactos do salto alto. “Ela pode usar 
um pouco de gelo nos pés ou compressas geladas. O frio diminui a pressão 
nessas áreas. A mulher pode ainda usar cremes hidratantes em massagens 
e, se possível, fazer alongamento da musculatura posterior da coxa 
e da panturrilha”, recomenda José Renato.

Danyele recomenda também à mulher que não consegue sair do salto a 
compensar a sobrecarga com exercícios e alongamentos. “O ideal é priorizar 
o alongamento. Antes ou depois de usar o sapato alto, dar uma alongada, 
sentada na cama mesmo, e esticar bem as duas pernas. É preciso ter cuidado, 
pois com o tempo o salto tende a piorar a postura. Já que não dá para deixar 
de usar, é importante investir em exercícios e alongamentos”, finaliza

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Grupo do Tabagismo



Mais um Grupo foi iniciado  na Unidade. Uma jornada nada fácil, mas que pode ser vencida com força de vontade e a ajuda de profissionais capacitados.

Auxiliar dependentes do cigarro a deixar o vício é a função do Grupo de Tabagismo, promovido pela SUBPAV através das Unidades da Atenção Primária, e conduzido por uma equipe multiprofissional formada pelos profissionais do NASF e pela Dra. Eliana Canova, cirurgiã dentista capacitada pela SMS.

No primeiro encontro, chamado de Acolhimento, a Dra. Eliana Canova fez uma avaliação do nível de dependência de cada integrante do grupo. Em seguida, eles responderam quais as motivações para deixar o vício e o que os leva a querer parar de fumar e definiram qual o método que deverão seguir para conseguir atingir seu objetivo.

Dra. Canova explica que existe apenas duas formas da pessoa parar de fumar, o resto é enganação. A primeira é o método de parar abruptamente, ou seja, tomar a decisão, marcar uma data para parar e simplesmente nunca mais acender o cigarro. A segunda é reduzir gradualmente o número de cigarros por dia, de forma que em uma semana (7 dias), a pessoa tenha parado de fumar. “Para parar é preciso enxergar o cigarro como seu maior inimigo. Nós temos uma experiência de 10 anos de trabalho com terapia de grupo que permite-nos dizer que a parada abrupta é a melhor, porque quanto mais se demora para deixar o vício, a chance de voltar a fumar nesse esse período de diminuição é muito grande”, comenta.

Os profissionais também ajudam o paciente a lidar com a dependência. “Não é fácil superar uma dependência. Durante a fase de abstinência do uso do tabaco podem acontecer alguns sintomas e a equipe estará sempre à disposição do grupo para ajudar quando for necessário, seja com remédios, apoio psicológico ou outro método mais indicado a cada caso”, complementa Dra. Canova.  


O grupo tem tido resultados positivos. “Casos como o das pessoas que 
fumavam praticamente a sua vida inteira e que deixaram de fumar em apenas 
quatro semanas, nos deixam muito satisfeitos, pois estamos cooperando 
com a saúde da população”, destaca.  O tratamento consiste em reuniões 
semanais onde as pessoas acolhidas e atendidas  desejam interromper 
o uso de produtos derivados do tabaco - cigarro, charuto, cigarrilhas, 
cachimbo e outros produtores de fumaça.

São quatro encontros. Durante essas reuniões, os participantes têm 
a oportunidade de trocar idéias e experiências. Os profissionais orientam 
e oferecem dicas para suportar a abstinência, e principalmente mostrando 
os malefícios do cigarro e o por que é tão importante não fumar”. 
Grupo de tabagismo está com inscrições abertas.  
O Grupo Anti-Tabagismo é contínuo.  
Os interessados poderão fazer sua inscrição por telefone, pelo Tel. 3332-9207.

Dra. Canova
ASB Janaína Vieira

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Síndrome do Bebê Sacudido: Pais e profissionais de saúde devem ficar atentos


Bebês e crianças menores de dois anos são muito frágeis e precisam de atenção redobrada quando sofrem algum tipo de acidente. Os pais também devem ficar atentos a algumas reações tomadas quando, por algum tipo de irritabilidade ou choro excessivo do bebê, acabam sacudindo a criança de forma mais brusca, possibilitando o desenvolvimento da Síndrome do Bebê Sacudido. 


O termo descreve uma série de sinais e sintomas que ocorrem quando a 
criança é sustentada pelas extremidades ou pelos ombros e é chacoalhada de 
forma mais severa. A consequência: danos cerebrais que, em alguns casos, 
podem ser irreversíveis.


A pediatra Kátia Soares, do Grupo Hospitalar Conceição, vinculado ao Ministério da Saúde, explica os perigos que a Síndrome do Bebê Sacudido pode ocasionar: “A cabecinha da criança é proporcionalmente maior e mais pesada que o restante do corpo e os ligamentos do pescoço são mais fracos, então o movimento de ir pra frente e pra trás pode romper os vasos e lesionar o cérebro do bebê”. Os danos vão desde irritabilidade, dificuldade para ficar acordado, vômito, a até convulsões, coma, cegueira – já que o chacoalho pode causar sangramento na retina, podendo ocasionar problemas visuais – e, 
inclusive, pode causar a morte.


A Síndrome é diagnosticada quando a criança chega à emergência do hospital, 
para atendimento em função de algum dos sintomas listados acima 
e quando o profissional de saúde vai investigar o motivo do problema 
pode-se chegar à esta conclusão. “Muitas vezes o problema está associado 
à questão de maus tratos, mas não obrigatoriamente”, esclarece Kátia Soares. 

A médica também alerta que, em geral, as famílias demoram a procurar 
o atendimento médico, por acharem que o mal estar da criança pode ser 
passageiro. “Quanto menor a idade da criança, maiores são as lesões e 
as consequências das lesões”, enfatiza. Profissionais de Saúde – Quem 
trabalha nas emergências hospitalares deve estar alerta para esta situação. 


A pediatra reforça a importância da atenção dos profissionais para considerarem a possibilidade da Síndrome do Bebê Sacudido. “A criança sempre deve ser internada, para melhor elucidação da situação social da família e, se confirmada a possibilidade de maus tratos, o serviço social do hospital é acionado para investigação e acompanhamento dos pais”, alerta a médica.

Notificação Compulsória de Violência – Em casos de violências cometidas contra crianças e adolescentes, uma cópia da notificação ou uma comunicação do evento deve ser encaminhada imediatamente ao Conselho Tutelar, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente.


O Ministério da Saúde criou o manual “Notificação de Maus–Tratos contra Crianças e Adolescentes pelos Profissionais de Saúde” para estabelecer normas e esclarecer dúvidas sobre como agir em caso de suspeita de violência. O documento cria normas técnicas e rotinas de procedimento para orientar os profissionais sobre como realizar o registo e a notificação.

O Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza treinamento para os profissionais em toda rede pública, ampliando os serviços sentinelas de notificação e assistência aos agredidos.

Para Refletir

Infográfico

4 Equipes de Saúde
em nossa unidade.
1,197,515 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
10.295 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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